Hospitais: Os Melhores Estabelecimentos Para Trabalhar

Se você é da área da saúde, ou até mesmo de áreas técnicas e administrativas e quer saber quais empresas valorizam os seus funcionários e mantém um bom ambiente de trabalho confira nosso artigo. Hoje vamos mostrar as melhores empresas para se trabalhar no segmento hospitalar.

melhores hospitais trabalhar

Hospital Edmundo Vasconcelos (São Paulo, SP)

O complexo hospitalar Edmundo Vasconcelos ganhou durante 6 anos consecutivos o primeiro lugar do prêmio da pesquisa GPTW – Great Place to Work, onde constam as melhores instituições para se trabalhar em saúde no país.

O reconhecimento, segundo a administração do hospital, vem para afirmar sua gestão de pessoas, onde os profissionais são valorizados e tem oportunidades de crescimento em diversos níveis de atividade.

O hospital hoje conta com mais de 50 especialidades, 1.400 médicos, realiza cerca de 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, e 1,45 milhões de exames. Tudo isso em um ano, já deu para perceber que precisa de muitos funcionários para tudo funcionar com excelência, né?

O hospital é privado, e está localizado no bairro da Vila Clementino.

Hospital de Olhos Francisco Vilar (Teresina, PI)

 O hospital de Olhos Francisco Vilar é especializado na área de oftalmologia, tendo como especialidade retina, catarata, glaucoma, lentes de contato, estrabismo, córnea, transplante, doenças externas oculares, entre outros. O hospital já ganhou prêmios pela qualidade de seus serviços prestados.

Mas além disso, o hospital de Olhos Francisco Vilar também conquistou o prêmio por ser um dos melhores hospitais para se trabalhar no Brasil. O prêmio alegrou bastante a equipe de recursos humanos do hospital, que afirmou que a premiação foi fruto de um longo trabalho para o desenvolvimento de talentos.

Além disso por conta dos prêmios cada vez mais pessoas procuram a instituição para trabalhar, ganhando reconhecimento também das pessoas que desejam cada vez mais poder ser colaborador do hospital.

O hospital é privado, e possui duas unidades em Teresina, e uma unidade na Parnaíba.

Hospital Leforte (São Paulo, SP)

O Hospital Leforte pertence ao grupo de saúde bandeirantes, contando com uma administração de mais de 30 anos no mercado hospitalar. Atualmente se destaca pela tecnologia de ponta presente em sua unidade de terapia intensiva, além de outras especialidades que o hospital possui.

Além disso, o hospital ganhou por duas vezes o prêmio da pesquisa GPTW – Great Place to Work, que os elegeu com um dos melhores hospitais para se trabalhar no Brasil.

Segundo a equipe de recursos humanos da empresa o prêmio foi resultado de ações adotadas como programas de qualidade de vida para os funcionários e ações de reconhecimento, afim que o funcionário se sinta valorizado por sua atuação na empresa.

O hospital Leforte é uma instituição privada, e possui unidades no bairro da Liberdade e do Morumbi.

Santa Casa de Fortaleza (Fortaleza, CE)

A Santa Casa de Fortaleza é uma das instituições mais antigas do estado, assim como a rede de Santas Casas presente no Brasil. Suas especialidades são muitas, além da alta complexidade em seus serviços, a Santa Casa possui a maior rede de residência médica do país, além de atuar fortemente na pesquisa e no ensino.

Segundo a pesquisa GPTW – Great Place to Work a Santa Casa de Fortaleza é uma das melhores empresas no ramo saúde / hospitalar para se trabalhar no Brasil. Para os gestores do hospital o prêmio reflete algo bom, mesmo com a crise financeira que as Santas Casas vêm enfrentando.

O hospital tem caráter filantrópico, e está localizado no centro de Fortaleza.

Hospital Moinho de Vento (Porto Alegre, RS)

 O hospital é localizado na capital gaúcha, e é o único entre os melhores do Brasil que sai do eixo Rio – São Paulo. O hospital já recebeu diversos prêmios devido a qualidade dos serviços prestados, e por seu sistema de gestão. Suas especialidades são muitas, desde média a alta complexidade.

Com parceira com o Ministério da Saúde o hospital pretende abrir uma unidade para atender a população carente de Porto Alegre, através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mas além de toda essa qualidade no serviço prestado o hospital foi o único do Rio Grande Do Sul a ficar na lista das melhores empresas para se trabalhar no segmento hospitalar. Para a administração do hospital o prêmio reflete todo o incentivo e valorização na carreira de seus funcionários.

O hospital Moinho de Vento é privado, e possui duas unidades, uma localizada no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. E outra no Shopping Iguatemi, também de Porto Alegre.

Agora que você já conhece as melhores instituições para trabalhar no Brasil, no segmento hospitalar, já pode preparar o seu currículo.

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Como Medir a Temperatura do Pet?

Quando temos um cachorro em casa, sabemos que durante os dias podem surgir alguns problemas de saúde, visto que o pet sempre estará exposto a agentes externos que podem fazer mal a ele. Assim como nos seres humanos, um dos primeiros sinais de que o cachorro não está bem, é quando ele sente febre. Por isso é importante ficar atento à temperatura corporal do seu animal de estimação.

temperatura do pet

Segundo especialistas, em geral a temperatura dos cachorros é maior do que a dos seres humanos. Um termômetro que mede 39 C em uma pessoa já pode ser considerado como estado febril. Entretanto, nos bichinhos esse número já é normal, os cães podem variar suas temperaturas entre 37,5 a 39,5 C. Então se ele brincou bastante a temperatura pode aumentar, mas depois de um período de descanso, ela voltará ao normal.

Como descobrir se meu cão está com febre?

Possivelmente, se ele estiver doente, ficará cabisbaixo e triste, sem querer brincar. Consequentemente o apetite vai sumir e os olhos começarão a lacrimejar. Neste sentido, a melhor maneira de medir a temperatura do pet é com um termômetro. Em seres humanos, a maneira mais fácil de medir é colocando o objeto na axila ou na boca. Já nos animais, é via retal, por isso, vale a pena olhar para saber a forma correta.

Com ajuda de alguém, mobilize o cão em pé, logo em seguida, peça para que a pessoa o distraia e ao mesmo tempo segure a cabeça do animal, enquanto você realiza o procedimento;

Pegue o termômetro e se o mesmo for de mercúrio, chacoalhe até que a temperatura chegue a 35 C;

Lubrifique bem a ponta com óleo mineral ou vaselina

Segure a cauda do bichinho e coloque o termômetro no ânus, deixe por três minutos.

Após esse tempo, tire o instrumento, faça a higienização e veja qual a temperatura o mesmo atingiu.

Sempre faça a limpeza com álcool para evitar a proliferação de germes e bactérias.

Interpretando a temperatura do pet

Depois que medir a temperatura, é fundamental que você compreenda a hora certa de leva-lo ao veterinário. Algumas doenças podem vir com a febre, e elas podem ser causadas por vírus e bactérias, como a leishmaniose, lepstopirose e até mesmo a raiva, sabia disso? Também pode ser alguma reação do organismo a algum tipo de infecção, um ferimento não cicatrizado ou má alimentação, por exemplo.

Imprescindivelmente é preciso levar o bichinho a um veterinário. Só ele poderá diagnosticar o que se passa com ele. Então observe abaixo em quais casos você precisa leva-lo.

Menos de 35 C, Emergência (Aqueça o Pet). Leve-o no veterinário imediatamente;

De 35 a 37 C – Hipotermia leve, encaminhe o pet ao veterinário no mesmo dia

37,5 C – Temperatura normal

38 C – Temperatura normal

39 C – Temperatura normal

39,5 a 40,5 C – Febre alta – Leve o bichinho ao veterinário

41 C ou mais –  Emergência, resfrie o pet e leve-o imediatamente ao veterinário.

Providências

Independente de qual seja a temperatura do pet, é importante que você cultive o hábito de levar seu bichinho a um especialista regularmente. Os exames sendo realizados de forma rotineira, levarão você a ter menos preocupações com o estado de saúde dele. Aqui explicamos sobre a importância de uma dieta balanceada, com produtos frescos e naturais.  Eles garantem uma fortificação no sistema imunológico que auxilia na prevenção de doenças, entre muitos outros benefícios.

É essencial que você fique de olho no comportamento do seu bichinho. Qualquer sinal de febre pode ser perigoso, até porque se a temperatura corporal dele está alta, é porque alguma coisa não está funcionando bem.

Entre todas essas dicas que demos, o principal é você conhecer seu bichinho e também auxiliá-lo a adquirir hábitos saudáveis, que possam auxiliar em seu desenvolvimento e bem-estar ao longo dos dias. Reduzindo assim o risco de doenças mais sérias.

Agora você já sabe como medir a temperatura do seu pet e o que precisa fazer se os níveis de temperatura estiverem acima do normal! Fique ligado e não se esqueça que realizar esse procedimento com frequência, te trará menos preocupação em relação ao seu bichinho.

Entenda Tudo Sobre o Tratamento com Matizador!

Provavelmente você já ouviu falar no shampoo matizador e como ele atua clareando os cabelos. Se você pretende utilizar esse tipo de produto, mas ainda tem dúvidas em relação ao seu funcionamento, não deixe de conferir essas dicas!

Muitas mulheres gostam de tingir os cabelos colorindo e descolorindo várias vezes ao ano. Saiba que isto pode acabar com a qualidade dos seus fios! Talvez seja a hora de você tentar minimizar esses danos utilizando o shampoo matizador.

O que é e como funciona?

tratamento matizador

O shampoo matizador apresenta como principal característica a sua coloração que fica entre o azul e o roxo e atua corrigindo e matizando os diversos tons de loiro. Ele é ótimo para eliminar quaisquer resquícios de pigmentações e restabelece a cor natural de forma gradativa. O shampoo matizador também pode ser utilizado na obtenção de tons de cinza que estão em alta.

Como devo utilizá-lo?

Depende de cada caso: o resultado pode ser obtido de acordo com o tempo que o produto é aplicado e se o tratamento é bem realizado e planejado. A ação é praticamente imediata, porém, as mulheres que desejam alcançar tons mais platinados devem utilizar o shampoo por mais tempo, já as mulheres que desejam apenas retirar os pigmentos, devem reduzir o tempo de uso.

A ação do shampoo matizador é praticamente imediata, sendo assim, difícil de se controlar. O mais indicado é trabalhar com profissionais que já entendem do assunto, a não ser que você já trabalha na área (ou queira se arriscar).

Há contraindicações?

Cabelos muitos claros podem sofrer um efeito que chamamos de “efeito chumbo” fazendo com que os cabelos adquiram cores puxadas para o roxo e o cinza. Sendo assim, caso você queira fazer a aplicação por conta própria é recomendado que antes disso procure um profissional qualificado.

Tenha consciência que o produto é extremamente forte e a aplicação dever ser realizada entre 3 a 4 semanas entre uma aplicação e outra. O que pode acontecer se você utilizar o produto em um curto intervalo de tempo é que você irá obter tons indesejados ou até mesmo o ressecamento dos fios. Assim, outra coisa importante de se fazer é além do produto, utilizar bons hidratantes durante o período de aplicação.

Atenção! Cabelos muito danificados não são recomendados para este tipo de tratamento. O que deve ser feito antes de aplicar o matizador é a restauração da saúde do cabelo, principalmente aqueles que sofreram processos químicos.

Qual a diferença entre matização e coloração?

matizacao ou coloracao

Inicialmente é importante deixar claro de que não se trata da mesma coisa! A coloração implica na total mudança da cor do cabelo, no processo de matização a intenção é corrigir uma coloração que já existe! Sendo que o processo de matização é feito em várias etapas e a coloração geralmente em apenas uma. Então, não se trata de uma opção escolher entre um ou outro, e sim de ver se há necessidade de se aplicar determinado tratamento.

Tem como matizar cabelos avermelhados?

Sim, algumas linhas são específicas para esse tipo de cabelo. Porém, os mais comuns são em cabelos loiros, então se você possui esse tipo de coloração e deseja matizar seus cabelos talvez encontre alguma dificuldade em se encontrar produtos que atendam suas exigências dependendo da região.

Como saber se realmente preciso matizar os cabelos?

O primeiro sinal é a descoloração repentina, indicando que o mesmo precisa de uma reparação. Além disso, diferenças entre os tons na mesma região contendo tons mais claros e escuros no mesmo local.

Matizador e desamarelador é a mesma coisa?

Não.  O desamarelador é indicado para cabelos que estão perdendo o efeito de platinado e se aproximando de uma cor amarelo-ovo, como o próprio nome já diz, o desamarelador vai suavizar esses tons de amarelo, diferentemente do matizador que irá retirar qualquer tom indesejado que se encontre entre os fios.

Além disso, é importante ressaltar do efeito imediato do matizador e do seu tratamento que deve ser feito em etapas, pois se trata de uma recuperação da coloração original do fio. Vale destacar que ambos os produtos só deverão ser aplicados por profissionais pois a tentativa errônea no ato de aplicação poderá trazer grandes transtornos posteriores, e isso nenhuma mulher quer!

A pílula azul pode piorar o sexo

Remédios contra disfunção erétil fizeram decolar a vida sexual de homens com o problema. Mas, se utilizados sem necessidade, eles afundam a qualidade da transa e até causariam impotência.

A fama dos medicamentos que combatem brochadas frequentes ultrapassou de longe o que está anotado na bula. Desenvolvidos para impulsionar a ereção somente em quem apresenta um distúrbio, seja ele resultado de panes físicas ou psicológicas, esses comprimidos começaram a ser vistos – e engolidos – por muitos marmanjos saudáveis como uma forma de turbinar as relações. É o que os experts chamam de uso recreativo.

viagra pilula azul

Entretanto, um levantamento realizado com mais de mil voluntários pela Universidade do Texas, nos Estados Unidos, descobriu que essa suposta estratégia para completar uma maratona sob os lençóis na verdade acaba com a diversão na cama. Após comparar indivíduos sem o costume de tomar pílulas antes da hora agá com outros que, mesmo sem nada de errado com o organismo, abusavam delas, os cientistas americanos, liderados pelo psicólogo Christopher Harte, escreveram no artigo o seguinte comentário: “O grupo dos usuários reportou uma menor confiança em si e na sua habilidade de dar prazer. E a baixa autoestima observada nesses participantes sugere que o consumo sem prescrição pode resultar em disfunção erétil por motivos psicológicos”. De tão empregado, o fármaco se tornou item quase obrigatório para esse pessoal não refugar.

“Nenhuma dessas drogas desencadeia reações no sistema de recompensa do cérebro. Portanto, não geram dependência física”, ensina o psiquiatra Thiago Marques Fidalgo, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo. “Por outro lado, o usuário às vezes tem a impressão de que só conseguirá transar com o auxílio do comprimido, que então se transforma em uma muleta”, arremata.

A pesquisa americana ainda aponta que a turma, digamos, aditivada sente menos prazer no momento do rala e rola. “Logo depois do orgasmo, o homem atinge o chamado período refratário. Trata-se de um tempo necessário para relaxar e eventualmente reiniciar a atividade sexual”, explica Celso Marzano, urologista e sexólogo da Faculdade de Medicina do ABC, na região metropolitana de São Paulo. “Ao ingerir uma medicação dessas sem o consenso do médico, a tal sensação de alívio não é plena, porque o pênis continuaria rígido. Aí, a satisfação pode não ser total”, completa Fidalgo.

O conceito de impotência

Hoje em dia, o estereótipo do macho alfa é o do atleta sexual, aquele que vara a noite em múltiplas e contínuas sessões com a parceira. Tal imagem cria a ilusão de que qualquer desempenho não digno de uma menção honrosa no Kama Sutra, clássico indiano da literatura erótica, é sinônimo de disfunção erétil. “Diagnostica-se uma pessoa com esse distúrbio apenas quando há incapacidade de manter uma ereção suficiente para a penetração”, define o urologista Aguinaldo Nardi, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Ou seja, não tem nada a ver com a performance no ato. O remédio traz benefícios só a quem sofre com esse quadro específico e passou pela avaliação de um profissional. Acredite, se não é o caso, melhor economizar o dinheiro das drágeas para comprar flores.

Drogas contra impotência, além de agirem nas partes baixas, podem propulsionar efeitos indesejados no resto do corpo. As reações adversas mais comuns são dor de cabeça, manchas na pele, diarreia, alterações visuais e até tontura. É bem verdade que nem todo mundo apresenta os sinais, mas para que correr um risco desnecessário? “Sem contar que certos medicamentos pró-ereção dilatam vasos do coração”, acrescenta Marco de Tubino Scanavino, psiquiatra do Projeto Sexualidade, que pertence ao Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Logo, cardiopatas precisam ser encaminhados a um especialista antes de utilizá-las – algo que simplesmente não acontece quando se adquire um produto desse tipo sem prescrição.

Mesmo ao receitar cápsulas que estimulam o endurecimento do pênis, os especialistas fazem de tudo para que o paciente pare de consumi-las ao longo do tempo. “Principalmente em quadros de disfunção erétil psicológica, elas auxiliam no início da terapia, porque devolvem a confiança a alguém que, caso contrário, evitaria novas experiências sexuais por medo de se frustrar”, analisa Scanavino. “Mas, conforme a situação evolui, a gente vai retirando a medicação aos poucos”, garante.

Infelizmente, as brochadas advindas de piripaques fisiológicos costumam demandar o uso prolongado. Daí a importância de se prevenir contra chateações capazes de afetar a chegada de sangue ao órgão genital masculino, algo fundamental para que ele cresça. “Obesidade e diabete, por exemplo, comprometem a circulação e, consequentemente, são considerados fatores de risco para impotência”, adverte Scanavino. “Uma vida sexual saudável vem de uma vida saudável como um todo”, conclui Nardi. Essa, sim, é uma receita médica que todo homem deve seguir sem medo e que com certeza vai agitar as relações dentro do quarto.

Uma bala pró-ereção?

Em 2011, foi disponibilizado no mercado um tipo de pastilha sabor menta que se dissolve na boca em segundos com função similar à das drogas anti-impotência tradicionais. Ela inclusive é vendida em embalagens parecidas com a de gomas de mascar. Mas a aparência não justifica o consumo indiscriminado. “Seu mecanismo de ação é igual ao dos outros remédios”, atesta Aguinaldo Nardi, urologista da SBU. Em outras palavras, a pastilha é indicada para tratar uma encrenca, e não para apimentar a relação.

O que faz decolar…

Confira simples hábitos que mantêm o pênis em ponto de bala por anos a fio

  • Fugir do estresse A tensão libera hormônios que estreitam os vasos. Aí, falta sangue para o órgão genital subir.
  • Exercitar-se Além de ser um relaxante, a atividade física melhora o aporte do líquido vermelho ali.
  • Dormir bem Pouco tempo na cama eleva em três vezes o risco de reclamar da disfunção erétil.

Caso deseje aumentar o pênis, veja essa fonte: https://tratandoimpotencia.pro/como-aumentar-o-tamanho-do-penis/

…e o que faz cair

Cuidado com os tópicos abaixo. Cada um deles pode resultar em queda precoce da potência

  • Beber muito álcool: Cerveja, vinho e afins em excesso abalam a ereção, tanto no dia do porre como nos posteriores.
  • Fumar: O tabagismo diminui o calibre das artérias que irrigam a região peniana.
  • Tomar certos remédios: Sempre discuta com seu clínico sobre o possível efeito antiereção de drogas que você ingere.

Bastidores do esperado lançamento

Confira o que passa no organismo no momento da excitação

1. Contagem regressiva Estímulos diversos, que vão da visão de uma mulher atraente até um toque mais ousado, serão processados pelo sistema nervoso. A partir daí, o cérebro envia impulsos elétricos até a genitália.

2. Turbinas ligadas Essas mensagens enviadas pela torre de comando induzem a fabricação de óxido nítrico. A substância atinge os vasos que abastecem o pênis e os dilata. Isso, por sua vez, facilita a chegada de sangue à região como um todo.

3. Missão cumprida O líquido vermelho, então, preenche os chamados corpos cavernosos, estruturas localizadas no pênis que, inchadas de sangue, enrijecem-no. Aí, o órgão fica pronto para ir para as alturas e entrar em ação.

Candidíase – Você sabe como tratar este mal?

A Candidíase é muito comum entre as mulheres. Saiba como se prevenir e tratar a doença

A candidíase é uma infecção provocada pelo fungo Cândida Albicans e é um grande mal entre as mulheres. “Pelo menos uma vez na vida 75% a 80% das mulheres terá a candidíase”, afirma Poliani Prizmic, ginecologista e obstetra do hospital e maternidade São Luiz.

candidiase mulher

A candidíase não é considerada uma DST, já que, no nosso corpo existe o fungo adormecido. Nas mulheres dentro da flora vaginal e intestinal, e nos homens em forma de esporos no pênis. Porém, dentre as formas de proliferação, uma delas é o ato sexual, em que o homem ou a mulher, podem vir a contaminar o parceiro. Por isso, as mulheres com vida sexual ativa são mais propensas à doença, “mesmo que a relação seja praticada com camisinha, o pênis faz um microtrauma na parede da vagina, assim a mulher fica mais predisposta à doença”, explica a ginecologista.

Mas, a doença conta com outras propensões. “A candidíase pode estar associada à baixa imunidade, uso de antibióticos, anticoncepcionais, corticoides, e até mesmo à alimentação”, explica Poliniani. Além desses fatores, há o famoso biquíni molhado. “No verão a candidíase é mais comum, pois a temperatura está mais alta e utiliza-se mais biquíni/maiô do tipo Lycra”, diz Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do hospital Albert Einstein.

No entanto, na maioria das vezes, explicam os ginecologistas, a crise desse fenômeno está, geralmente, ligada aos casos de baixa imunidade, além de uma dieta rica em farinha branca e açúcar, que acabam por modificar o pH da vagina, o deixando mais ácido e ideal para a proliferação da Cândida Albicans.

Sintomas e tratamentos

A doença é uma das queixas mais frequentes dentro dos consultórios ginecológicos, e conta com sintomas que incomodam. Nas mulheres a candidíase aparece com coceira na vagina e no canal vaginal, corrimento, dores para urinar e também nas relações sexuais. Nos homens, os sintomas mudam um pouco, “aparecem manchinhas vermelhas, pode ocorrer inchaço, aparecer pontos vermelhos e coceira, assim como nas mulheres”, afirma a ginecologista e obstetra do hospital e maternidade São Luiz Poliani Prizmic. Segundo a ginecologista, o melhor diagnóstico é o clínico, dentro do consultório.

Para o tratamento, é feito o uso de remédio antifúngico oral e creme vaginal, por mais ou menos uma semana. Além de, “evitar tecidos que aumentem a temperatura local como do tipo Lycra e roupas apertadas, e até mesmo dormir sem calcinha pode ajudar a melhor ventilação local”, afirma o ginecologista e obstetra do hospital Albert Einstein Eduardo Zlotnik.

Para complementar, segundo Poliani a alimentação correta e nutritiva é muito importante para que a cura seja alcançada e se evite a reincidência da doença. Pois, sistema imunológico forte não abre espaço para a candidíase.

Alternativa

Em entrevista à revista BOA FORMA o ginecologista José Bento, dos hospitais Albert Einstein e São Luiz, afirmou que antes de as pessoas começarem o tratamento por remédios, seria interessante investir primeiro em mudanças nos hábitos alimentares.

O ginecologista afirma que restringir os doces e carboidratos da dieta do dia a dia pode atuar diretamente na candidíase. “O açúcar altera o pH da vagina de modo a favorecer a proliferação dos fungos”, afirma José Bento. Outra mudança alimentar proposta pelo médico é a introdução na cardápio de alimentos com ação antifúngica. São eles: o alho, o alecrim, a cebola e o orégano.

Será que é endometriose?

Remédios contra disfunção erétil fizeram decolar a vida sexual de homens com o problema. Mas, se utilizados sem necessidade, eles afundam a qualidade da transa e até causariam impotência.

Nós, mulheres, tendemos a encarar as cólicas como um dos desconfortos típicos da menstruação. Entretanto, essas velhas conhecidas muitas vezes são o principal sintoma da endometriose. “Mesmo quem as tem regularmente procura pouco o médico por não estar ciente da importância delas”, aponta o ginecologista Maurício Abrão, presidente da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva, a SBE.

Por ser silenciosa e facilmente confundida com outras moléstias, a doença, que financia problemas que vão de fortes dores até a infertilidade, ainda é ignorada por grande parte do público feminino. Uma pesquisa nacional encomendada pela SBE em parceria com a farmacêutica Bayer mostrou que 55% das moças a desconhecem. Esse número é preocupante, principalmente se levada em consideração outra estatística: a de que o mal afeta uma em cada dez brasileiras. “A mulher com endometriose tem menos qualidade de vida, já que a dor a incapacita para realizar as tarefas cotidianas”, alerta o ginecologista Thomas Moscovitz, da SalomãoZoppi Diagnósticos, em São Paulo.

Os medicamentos geralmente prescritos para combater o distúrbio, caso de anticoncepcionais e hormônios masculinos, não foram originalmente desenvolvidos para tratá-lo. Agora, chega ao mercado o dienogeste, novo remédio que simula a ação da progesterona, hormônio feminino que, entre outras coisas, coordena o ciclo menstrual. Ele promete atuar diretamente sobre o endométrio, o tecido uterino responsável por desencadear a enfermidade, e é o primeiro fármaco a ser recomendado especialmente para a endometriose. “Os testes comprovaram que a substância inibiu a ação do estrogênio, molécula que estimula o crescimento do tecido uterino”, conta Abrão. “Além disso, o comprimido pode ser usado por um longo período com poucos efeitos colaterais”, completa o especialista.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já autorizou a venda do dienogeste. Os médicos agora esperam observar no consultório os efeitos propagados da droga. “Só poderemos atestar pra valer a eficácia dessa nova progesterona após avaliar os resultados nas pacientes”, pondera o ginecologista Eduardo Schor, da Universidade Federal de São Paulo, na capital paulista. É uma esperança na luta contra essa misteriosa vilã, que será destrinchada a seguir.

O que é endometriose?

mulher saudavel

Durante o ciclo menstrual, o endométrio, composto de células e glândulas que respondem ao comando dos hormônios, é estimulado a ponto de crescer. Depois, se não recebe nenhum óvulo fecundado, descama. O caminho para aniquilar esse tecido inutilizado é o sangue, ou seja, a menstruação. No entanto, nem todo o líquido vermelho que transporta essas células é eliminado – parte dele volta no sentido contrário ao da vagina e se aloja onde não deveria. “A teoria mais aceita para justificar a endometriose é que essas células que seriam despejadas ainda estão com vida e formariam as lesões”, expõe o ginecologista Julio Cesar Rosa e Silva, professor da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, no interior paulista.

Entretanto, a menstruação retrógrada, como é chamado esse processo, não explica tudo, já que a maioria das mulheres apresenta essa espécie de refluxo sem nenhuma complicação. Somente o organismo que sofre com a doença é que não dá conta de absorver as sobras do endométrio. E é aí que reside uma das principais dificuldades: estabelecer as causas do problema. “Acreditamos que essa falha seja causada por uma mistura de componentes genéticos e uma alteração do sistema de defesa da mulher, que não absorve esses resquícios”, discorre a ginecologista Rosa Maria Neme, diretora do Centro de Endometriose São Paulo. Outro possível facilitador é o estilo de vida. Atualmente, a mulher demora mais para engravidar. Isso faz com que o estrogênio aja por tempo prolongado, aumentando o risco de a chateação aparecer. “Outros fatores, como estresse e má alimentação, também têm algum envolvimento”, completa Rosa.

Os pequenos focos de endométrio fora de lugar se instalam em locais ao redor de toda a região pélvica. Daí começam os transtornos. “O principal deles é a cólica intensa, que, com o avançar dos anos, piora e surge até fora do período menstrual”, aponta Moscovitz. Trata-se de um mal-estar daqueles: de dores que se assemelham ao desconforto provocado por gases, passando por dificuldades para urinar, intestino preso ou solto demais e irregularidades na menstruação. “Geralmente, ela fica mais curta e pode ocorrer até duas ou três vezes ao mês”, diz a ginecologista Flávia Fairbanks, de São Paulo. Sentir dor ao longo e depois da relação sexual também é um sinal importante. A infertilidade, porém, é a mais grave das consequências – cerca de 40% das mulheres que não conseguem engravidar têm endometriose. Felizmente, é possível reverter esse quadro com o tratamento hormonal.

A questão é: descobrir a existência do mal não é tarefa das mais simples. Um estudo recente realizado pela Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo, revelou que a média de tempo de investigação é de sete anos, e, entre as mais jovens, esse período sobe para 12. Em média, as mulheres recebem o diagnóstico do distúrbio aos 32 anos de idade. “A partir da primeira menstruação, o médico precisa ficar atento às reclamações de cólicas fortes”, orienta Abrão. A certeza de que é endometriose, no entanto, só vem mesmo com a cirurgia, quando é possível observar os focos rebeldes, por assim dizer, do endométrio. Mas uma batelada de exames de sangue e de imagem pode evitar a operação e acelerar o início do tratamento.

Após o diagnóstico, chega o momento de domar a endometriose. Como em quase tudo que envolve o sistema reprodutor feminino, os hormônios exercem um papel fundamental na maioria das opções terapêuticas. Não à toa, um dos principais alvos dos tratamentos é o estrogênio. Até pouco tempo atrás, usavam-se substâncias que imitavam a ação dos hormônios masculinos e, consequentemente, reduziam a ação do estrogênio no endométrio. “Mas, por causa dos efeitos colaterais, como o crescimento de pelos e a voz que se tornava mais grave, esse tipo de medicação foi sendo deixado de lado”, observa o ginecologista Renato Ferrari, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A tática mais utilizada hoje é a prescrição de anticoncepcionais à base de progesterona, uma espécie de antagonista do estrogênio. Ele entra em cena na fase do ciclo menstrual em que o endométrio já cresceu o suficiente, sinalizando que está na hora do tecido descamar. Em mulheres com endometriose, ingerir doses de progesterona não apenas impede a ação do seu rival como também atrofia os focos do endométrio que foram parar fora do útero. É como se a substância formasse um escudo que impede o estrogênio de alimentar o revestimento uterino.

O dienogeste, nova arma na batalha contra a endometriose, é uma evolução desse tipo de fármaco

Quando o mal já está em um grau avançado, no entanto, a cirurgia costuma ser o recurso aventado pelos especialistas. “Os exames de imagem, como um ultrassom especializado no pré-operatório, são fundamentais para sabermos o que vamos encontrar. Dessa maneira, a possibilidade de realizar uma nova intervenção diminui”, opina Abrão.

Como funciona a cirurgia

Diga-se: a endometriose nunca é totalmente curada. “Como não podemos cravar a verdadeira causa, apenas combatemos os focos dela”, discorre Julio Cesar Rosa e Silva. Todavia, quando o tratamento é eficaz, dá para anular os sintomas. E, quanto mais rápido o diagnóstico, menor o risco de a doença progredir. Por isso mesmo, a mulher deve prestar atenção nas dores na região pélvica, principalmente nas cólicas – e, claro, conversar com o ginecologista.

Câncer à espreita

Em abril, a Universidade de Cambridge, na Inglaterra, divulgou um trabalho relacionando a endometriose a tumores no ovário. Os estudiosos analisaram 20 mil mulheres e concluíram que o risco de três tipos de câncer nessas glândulas era mais alto em quem já tinha problemas com o endométrio. “Esse elo está sendo levantado há alguns anos, mas o estudo inglês deu robustez à discussão”, analisa o ginecologista Maurício Abrão, presidente da SBE.

A influência dos hábitos saudáveis

Algumas mudanças no dia a dia contribuem para afastar o risco da endometriose, como diminuir os níveis de estresse e aumentar o consumo de ômega-3, gordura do bem presente em alimentos como a chia, o salmão e o óleo de linhaça. Em quem já está às voltas com o distúrbio, além de uma alimentação balanceada, a atividade física pode ser uma aliada pelo fato de liberar no cérebro substâncias que aliviam a dor.

Dá para combater a cárie antes mesmo de ela aparecer

Testes e aparelhos de última geração chegam ao país para detectar o problema num estágio em que ainda não é um caso sério – e pode ser revertido.

A visita ao dentista está inevitavelmente atrelada a uma infinidade de ferramentas diferentes. Do temido motorzinho ao aliviante esguicho d’água, esses dispositivos ajudam o profissional a limpar, examinar e tratar chateações em toda a cavidade bucal e já fazem parte da rotina de quem costuma passar por uma consulta – encontro que, diga-se, deve acontecer semestralmente. Essa lista de aparelhos vai ganhar ótimos reforços nos próximos meses: algumas novidades desembarcam no Brasil e prometem detectar a cárie logo cedo, em sua fase bem inicial.

Os especialistas são unânimes em afirmar que é possível brecar o avanço dessa doença se ela estiver no começo. Nessa situação, o esmalte perde os minerais protetores e o odontologista pode exigir do paciente uma atenção redobrada na limpeza de dentes, língua e bochechas, e um controle ainda mais rígido no consumo de doces (saiba mais no infográfico abaixo). “Ao mesmo tempo, fazemos uso de alguns produtos com flúor que devolvem ao sorriso as substâncias perdidas”, conta a dentista Livia Tenuta, professora da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo.

Ao impedir que as bactérias cavem túneis nessas estruturas ósseas, é possível fugir de procedimentos invasivos e dolorosos – caso, por exemplo, da restauração, que lança mão de brocas e massas para limpar e fechar a cratera. “Por mais que o material seja de ótima qualidade, ele ainda não se compara ao dente intacto. Portanto, quanto menos mexermos ali, melhor”, atesta a dentista Sonia Groisman, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Uma das boas notícias da odontologia são os testes salivares, que podem ser divididos em estimulados ou não estimulados. No primeiro, o dentista oferece à pessoa uma goma de mascar neutra – as mordidas em sequência incentivam a produção de saliva. Na outra modalidade, o indivíduo cospe todo líquido que for capaz de produzir durante determinado período. No caso, o objetivo é medir a quantidade de saliva fabricada. Ora, esse detergente natural é responsável por limpar e equilibrar o pH da boca, o que evita diversos problemas, entre eles a tal da cárie. O normal é salivar 0,1 mililitro por minuto no exame não estimulado e entre 0,5 e 0,7 mililitro quando estimulado. Se as glândulas não estão trabalhando como deveriam, é sinal de que a cárie vai aparecer – se é que já não marca presença em algum cantinho obscuro da boca.

combate caries

Combate as cáries

Ainda no mundo do combate às cáries, um aparelho vem chamando a atenção: é o Quantitative Light-Induced Fluorescence, o QLF, que deve estar disponível no país até o final deste ano. Ele é uma espécie de câmera fotográfica que lança uma luz bem forte, captura imagens e passa as figuras para um computador. A claridade, de cor azulada, se transforma em um verde fluorescente quando se mistura com a brancura da dentição. “Muitas vezes, a cárie se esconde em locais em que não é possível visualizá-la. O QLF é interessante porque detecta justamente lesões escondidas nesse período inicial”, acrescenta o dentista Marcos Moura, presidente da Associação Brasileira de Halitose.

Essas fotografias mostram onde o processo de desmineralização – quando o esmalte perde elementos como o cálcio e o fosfato – está acontecendo de vento em popa. Diga-se aliás que o QLF indica exatamente o lugar em que estão concentradas as bactérias da moléstia. “Com isso, o tratamento se torna bem mais específico, focado no ponto em que se encontra o problema”, elogia Sonia Groisman.

Outro dispositivo bastante promissor é o Cariescan, que tem a vantagem de ser portátil e de fácil manuseamento. Ele joga em toda a boca pequenos sinais elétricos, que se espalham pelos dentes e verificam se há alguma irregularidade ou rugosidade estranha em seu exterior. “O Cariescan analisa a mancha branca, um dos primeiros sinais da cárie, e é capaz de quantificar essa lesão primária”, explica Livia Tenuta.

O Cariescan, parece, apresenta uma baita eficácia: de acordo com os fabricantes, ele acertou o diagnóstico de 94,8% dos casos estudados. Depois de escanear a boca por completo, ele passa para um PC todas as informações. Para isso, porém, não são necessários fios ou cabos: tudo é transmitido via bluetooth, uma tecnologia de troca de dados por meio da frequência de rádio – curiosamente, a palavra inglesa bluetooth significa dente azul. “Tanto ele quanto o QLF mostram com mais precisão o que o dentista muitas vezes já vê a olho nu”, completa Livia Tenuta.

Obviamente, as duas boas-novas são passíveis de críticas. A principal delas é a minúcia exagerada dos aparelhos. “Quando o dentista não enxerga a desmineralização por meio das manchas brancas, significa que esse processo é muito pequeno e pode ainda não estar relacionado propriamente com a cárie”, alerta o odontologista Marcelo Bönecker, professor da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo. Também é importante saber se essa perda de minerais no esmalte está ativa ou parada. “Em algumas situações, esses aparelhos induzem o dentista a pensar que existe um machucado em locais em que tudo de fato está em ordem. Portanto, acho que nada substitui um exame visual benfeito”, contrapõe Bönecker.

Essas duas ferramentas são evoluções de aparelhos que já tentavam reduzir o problema da cárie ao redor do mundo. Foram necessários diversos outros testes para que a ciência do sorriso mais bonito chegasse ao atual estágio. Um exemplo é o exame de transiluminação, que se valia de fibra óptica, sem contar as máquinas a laser, que fluoresciam as bactérias e o esmalte desmineralizado. Mas isso não quer dizer que essa história chegou a um ponto final: ainda faltam muitos avanços, e tecnologias futuras deverão aprimorar as conquistas da atualidade.

“Os dois aparelhos são o que há de mais novo na detecção de cáries. O que poderá fazer um ser mais vantajoso que o outro será o custo”, aponta Marcos Moura. Isso porque ainda não se sabe o preço que essas ferramentas terão ao desembarcar em território nacional. Provavelmente, as recém-chegadas serão bem caras. Mas a tendência é que, com o passar dos anos, barateiem e, assim, fiquem disponíveis a um maior número de indivíduos. Daí, as cáries que se cuidem: sua história de mais de 500 mil anos na cavidade bucal pode ter, enfim, um final feliz para os dentes.